quinta-feira, 30 de outubro de 2008
PARABÉNS, João Pedro a.k.a. Cobrety
Não tinhas água, e eu deixei que bebesses da minha;
Não tinhas onde te sentares, e eu deixei que te sentasses ao pé de mim;
Não tinhas com quem comer, e eu deixei que comesses comigo;
Não tinhas um TMN, e eu deixei que a TMN te desse um;
Não tinhas amigos, e eu deixei que me tratasses como tal;
Não tinhas uma otite, e eu deixei que apanhasses uma;
Não tinhas irmãos, e eu deixei que me chamasses sis;
Não tinhas um post num blog a dar-te os PARABÉNS, e eu fiz-te um;
Não tinhas muitas mais outras coisas, e eu deixei que tivesses.
Isto só para dizer que tu sem mim, não eras ninguém, oh João Pedro!
MUITOS PARABÉNS, bro!!
Apesar do teu metro e meio de altura, és GRANDE!! Lol
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Universidad Rey Juan Carlos
Antes demais, quero agradecer ao Renny por me ter facultado as fotografias. Ainda as conseguiste tirar em dias de pouco frio. Obrigada, rapaz! ;)
Aquilo lá mais o fundo que tem um ar um tanto ou quanto estranho é o estádio do campus e o ginásio. É bem grandinho, o estádio.
Como já devem ter percebido, a faculdade não se resume a um só edifício mas a vários. Daí ser um campus, não é?! Lol
Pois bem, existem vários pólos: dois aulários; dois laboratório [se não estou em erro] - que é onde se tem as práticas; um bar que está junto ao refeitório, à repografia e à, suponho, papelaria; um edificio de gestión, onde está a secretaria, tesouraria e serviços de relações internacionais; e um edifíco de despachos [gabinetes], que é onde estão os gabinetes dos professores. Mas isto tudo separado.
Obviamente que os alunos não andam a correr feitos baratas tontas de aulário para aulário. A não ser que tenham alguma cadeira de outro ano em atraso. Isto porquê? Porque cada ano tem um aulário onde tem sempre aulas. Por exemplo, os alunos dos 1º, 3º e 4º anos têm aulas no aulário I, enquanto que os restantes têm no aulário II, fiz-me entender? Lol
Eu, como tenho aulas de quase todos os anos, é que tenho aulas no aulário I e II. Valha-me ser só uma por dia, porque senão dava em tonta. A não ser na quarta-feira, o único dia que tenho duas aulas, e cada uma em seu aulário. Quando saio de uma tenho de ir a correr para a outra porque o professor não tolera atrasos.
(Edificio dos gabinetes dos professores)
E pronto, é assim a minha escolinha de cá. Espero que tenham gostado.
Perto de entrar em hipotermia
Rita Teixeira, sei que isso na(s) Bulgária(a) é bem mais frio, mas tem paciência, meu bem, que eu aqui também não me aguento. Por isso, deixa-me lá dizer que aqui é muuuuitoooo frio, também! Lol
Hoje o dia já não esteve tão frio como o de ontem. Mas, ainda assim, enquanto esperava pelo autocarro na paragem em frente da faculdade que, note-se, está sempre à sombra, já não sabia para que lado me virar nem como encontrar uma forma para me manter mais quente. Note-se ainda que tinha vestido uma blusa, uma camisola de lã de gola alta [para quem conhece: aquela azul clara que tem partes cor-de-rosa], umas calças de ganga [que de cada vez que me mexia sentia que estavam geladas], um casaco [o castanho] e os tennis castanhos [que são quentes]. E mesmo assim, estava gelada. Sim, porque a Espanha não se contenta com o frio, ainda mete vento forte. Digamos que parece que estou numa serra. A sério. É aquele frio cortante e bastante gelado característico das serras, mais o vento forte.
Ontem, para além do frio e do vento havia ainda a chuva. Terrível! O guarda-chuva dos chineses [que, inocentemente, deixei à porta de casa porque estava molhado -como quase toda a gente que mora num prédio faz- hoje de manhã já não estava lá. Sim, nem nos vizinhos se pode confiar minimamente. Um gurda-chuva, porra...!] quase que se partia. Ainda para mais a minha faculdade é bastante ventosa, raros são os gurda-chuvas que resistem a tamanho vendaval. Pessoal da ESCS, estão a ver aquela parte em que no inverno, por norma, se vêem guarda-chuvas no chão e que parece que vamos voar [em frente às escadas do infinito]? Pois... aqui é mil vezes pior. Por isso, imaginem!
Escusado será dizer que ontem, toda equipada, pensava eu, para enfrentar a chuva e o frio, cheguei a casa e mal me mexia. As mãos até me doíam por estarem tão frias [sim, aqui a esperta esqueceu-se das luvas em Portugal!]. E os pés? Ai mãezinha... sou tão parva que nem sabia que as galochas me iam fazer gelar os pés. Mal os sentia. Para a próxima já sei que tenho de calçar mais do que um par de meias. Lol
E pronto, como podem imaginar aqui o frio é imenso. Este frio temos nós em Portugal para aí em Dezembro ou Janeiro [ou nem aí. Vá... se calhar já estou a exagerar. Nos meses mais frios deve estar assim em Portugal]. Por isso nem quero imaginar como será aqui nessa altura. Acho que vou hibernar!
domingo, 26 de outubro de 2008
La noche madrileña



Churros comidos e chocolate quente bebido, foi altura de começar a perguntar às pessoas onde ficava a rua para a discoteca que queriamos ir, uma vez que o Andrea tinha arranjado convites para entrarmos.
Antes disso ainda andámos às voltinhas pela Gran Vía e pela Puerta del Sol, para vermos como era a noite. O Andrea já conhecia, mas quis que nós vissemos pelos nossos próprios olhos como se pode fazer a noite, se tivermos sorte, em Espanha, sem gastar dinheiro. Pois bem, enquanto que em Portugal andam os senhores a distribuir flayers dos bares na rua, em Espanha os senhores dão-nos uns cartõezinhos, onde temos desconto numa bebida, mas antes oferecem-nos um shoppito [shot]. A pessoa que está a fazer publicidade aborda-nos na rua, mostra o flayer do bar, pergunta se queremos ir, leva-nos até lá e diz ao barman quantos shoppitos são e depois vai-se embora. Ou seja, não nos temos de preocupar em ficar lá ou não. Se quisermos ficamos, senão podemos ir embora sem beber mais nada a não ser a bebida que nos oferecem. Giro, não? E olhem que fomos abordados algumas vezes. Até fomos duas vezes ao mesmo bar! Lol
E outra coisa, quando vos disserem que Nova Iorque é a cidade que não dorme, ripostem e digam que Madrid também [ok, não deve ser a mesma coisa mas... digamos que por lá caminha]! A Gran Vía de noite é quase a mesma coisa que de dia.
Há mesmo muita gente nas ruas, não só de carro como a pé.
Tomados os shoppitos gratuitos, lá fomos ver da Calle de la Princesa [onde era a discoteca]. Demorou um bocadinho a encontra-la, até porque, inteligentes como somos, continuámos a andar na conversar e passámos ao lado da discoteca. Resultado: toca de voltar para trás e descer a rua quase toda [que ainda é um pouquinho grande].
Econtrada a discoteca lá entrámos. Era grandinha, sim, mas nada de transcendente.
O som não era muito do meu agrado, uma vez que era só house. Não era daquelas que tinha só música espanhola, o que nem sei se é bom ou mau.
Valha-me a Raquel e o Andrea também não gostarem muito de house, mas ainda lá ficámos um bom tempinho.
Saídos da discoteca, estavamos todos com um bocadinho de fome. Então tivemos a excelente e pouco original ideia de ir ver de qualquer coisa para comer. Felizmente, tal como em Portugal, em Itália também existem roulotes ou padarias abertas para se comer a altas horas da noite, ou seja, não estivemos de estar a explicar tudo ao Andrea porque ele percebeu logo.
Os 3 pequenotes lá andaram a ver do mesmo que têm nos seus países quando a fome aperta à noite. Mas... eis que nada! É verdade... os espanhois não têm nada daquilo que temos. Um cachorrozinho, uma bifana, a bela da tosta do 2em1 [maltinha de Portalegre]... nada!! Ainda andámos a perguntar onde poderiamos comer um bocadillo mas as poucas coisas que havia eram as alimentaciónes, que não têm grande coisa [batatas fritas, gomas, coca-colas, águas...], e os chineses que, com uma caixa de papelão a fazer de balcão, metem umas sandes feitas por eles e um arroz chao-chao. Óbvio que não íamos comer daquilo até porque, como dizia o Andrea, não eram sandes de presunto mas sim de gato ou algo do género.
Enfim... frustrados e com fome lá fomos ver búho [significa coruja, em espanhol. É um autocarro nocturno que percorre toda a cidade de Madrid e bairros circundantes].
Para chegarmos a Fuenlabrada temos de apanhar dois autocarros. Ou seja, demoramos sensivelmente duas horas a chegar a casa. Dá para adormecer na viagem.
Como a fome apertava, não paravamos de falar em comida [o que ainda nos fazia sentir mais fome, mas enfim...]. Nós, as portuguesas, diziamos que sentiamos falta da pastelaria portuguesa e de outras coisas mais que, pela noite, se acabava sempre por comer. O italiano [Andrea] também se queixou do mesmo.
Cheguei à conclusão que poderiamos passar a chamar de "nuestros hermanos" os italianos e não os espanhóis. Isto porque o nosso país tem muito mais em comum com a Itália do que propriamente com a Espanha. Tirando a proximidade, não vejo outra razão para os tratarmos como tal.
O Andrea falou ainda da pasta de mezzanote [pasta da meia-noite]. Segundo ele, é uma pasta que não é bem pasta mas que acaba por ser pasta que se come muitas vezes no verão, a meio da noite, em Itália. "Pasta que não é bem pasta mas que acaba por ser pasta", perceberam? Óptimo. É que eu também não percebi e ele já tinha explicado aquilo pelo menos umas 3 vezes, então, e também porque estava com sono, disse "aah...", como se tivesse percebido! [Vá lá... toda a genta faz isso!] Lol
E foi assim a nossa noitinha. Gostei, sim senhor!
sábado, 25 de outubro de 2008
Um jantar smi-internacional
A situação mais cómica e que mais tempo durou: as portuguesas não conseguiam dizer "jarra" em castelhano por causa do som do "jota". Lol É verdade... o mais estúpido é que eu digo "rojo" [vemelho, em castelhano] bem mas depois "jarra", não sai! Isto porquê? por causa da forma como nós dizemos os nossos "rr". Catarina, tu certamente que conseguirias dizer, uma vez que carregas nos dois "R's" demais. Lol Acredita que em Espanha, ninguém gozaria contigo.
Pois que agora a Catarina [eu] anda sempre a tentar dizer "jarra" e ontem fui o caminho todo para casa - sensivelmente 2h- sempre a tentar dizer "jarra". Escusado será dizer que o Andrea e a Raquel já não me podiam ouvir!
(Andrea - o italiano e cozinheiro da noite- e Adriana)
Antes de irmos embora (eu, a Raquel e o Andrea. Os 3 que moram em Fuenlabrada) para conseguirmos apanhar o último metro, ainda houve tempo para que cada um dissesse o alfabeto na sua língua. Não me perguntem porque começou esta conversa, mas enfim.
Riram-se imenso quando eu disse "H". Lol
O alfabeto italiano era, logicamente, o unico que era igual ao nosso, embora se pronunciasse de outra forma. O letão e o lituanês... esqueçam. O Martins nem o alfabeto dele sabia. Esteve de pensar durante algum tempo. O que foi bastante estranho. E eu só dizia " mas como é que tu não sabes o teu alfabeto?" - em castelhano (ou tentativa de), claro. Justificação: está mais habituado ao alfabeto ingês porque tem muitas aulas em inglês... enfim... Mas no final lá conseguiu completar o alfabeto todo! E digo-vos: é mesmo muuuuuuuuuuito estranho!
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Tirei o dia!
Kispo novo e galocha para ser posta à prova.
Abro a porta do prédio e uma onda de frio quase que me congela. Chove a potes e eu sem guarda-chuva. No pátio à frente da minha casa, a água ja tem um nivelzinho. Não são só poças de água. Tento sair com a excitação de usar as galochas e o kispo [mesmo criança...]. Pondero. Não é apenas uma chuvazinha mas uma chuvada enorme a que se junta o vento. Nos, sensivelmente, 5 minutos que demoro até à paragem do autocarro, não haveria galochas nem kispo que me salvassem de ficar completamente repassada e com o caderno num estado lastimoso, mesmo estando dentro da mala.
Volto para trás. Abro a porta de casa. Regresso ao quarto. Kispo no cabide, botas encostadas à parede, as calças são tocadas pelas, ainda quentes, calças do pijama bem como a blusa. De volta à cama.
Sim, faltei às aulas porque chovia com uma intensidade brutal! Juro que se tivesse guarda-chuva teria ido.
Mãe, pai, amanhã vou ver de um guarda-chuva numa qualquer loja dos chineses, prometo!
O chato da situação: ter levantado cedo. Mas, entretanto, adormeci sem problemas!
terça-feira, 21 de outubro de 2008
E tudo o tempo resolve
Não me recordo se vos falei [exceptuando o Olim que esteve um tempão a "ouvir-me" a desesperar, pelo messenger, com este trabalho] de uma reportagem de investigação que teria de fazer, a pares, para uma cadeira. Pois que pare não tinha e fazer uma reportagem de investigação num país onde mal sabemos o que realmente se passa, com o goveno ou mesmo com o meio social, em quatro meses, é um bocado dificil. Parece simples, mas a elaboração de uma reportagem é bem mais complexa do que aquilo que às vezes pensamos. Quanto mais uma de investigação, onde tinha de surpreender, pelo menos, o professor. Faria com todo o gosto, se ficasse cá um ano e a pudesse entregar apenas no final.
O que fazer para não desesperar mais a pensar em tal? Falar com o professor. Situação resolvida. Trabalho da aluna de Erasmus: falar sobre o jornalismo de investigação em Portugal, desde o fim da ditadura até aos dias de hoje. Menos mal. Fiquei aliviada por o professor ter pensado da mesma maneira do que eu reltivamente ao facto de não ser capaz de fazer uma reportagem deste calibre em apenas quatro meses. Assim que mo disse pensei "uff.. afinal acho que ainda me posso safar como jornalista. Não, não sou atadinha!".
Já falei com mais espanholitos. Sem o pouco à vontade, que não me costumava ser característico, em meter conversa, "perdone" atrás de "perdone" por não perceber mas fazendo por isso, lá vou conseguindo falar com alguém, pedir que me deixem dar uma espreitadela porque me perdi a meio de qualquer uma frase.
Apenas na aula de "Periodismo de investigación" [sim, a cadeira da reportagem de investigação] é que ainda não falei com ninguém. Tudo mais velho e, talvez por isso, não liguem à pita portuguesa nem quando pede, educadamente, "perdone" por lhes ter arrastado um pouco a mala ou o casaco. Mas isso já pouco me importa. Faço a minha vida, e se não querem saber da minha existência, eu muito menos quero saber da deles. Eles é que perdem!!! Lol
Agora, começa o trabalho!
sábado, 18 de outubro de 2008
Aos caros leitores
Dia do consumismo [necessário]
As pretas são as da Adriana, as coloridas são as minhas!
Amanhã queremos ver se nos levantamos relativamente cedo para irmos a um bairro tipico que se chama "Lavapiés". Segundo o livrinho-guia da Adriana, parece-nos bem bacaninho! A ver vamos.
E pronto, despeço-me com mais uma foto das minhas galochas pop-art! lol
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Dos maus dicionários da Porto Editora a uma aula de 10 minutos
Por exemplo, ontem, enquanto falava com dois espanhois bastante simpáticos [um rapariga e um rapaz] na aula, perguntei-lhes se não tinham cola [para colar a foto na ficha de aluno]. Antes de perguntar pelo que precisava, fui ver ao dicionário se era assim que se dizia e, segundo os seus editores, era da mesma forma. Pois que quando peço, eles ficam muito sérios a olhar para mim e perguntam o que queria. Entre gestos e uma explicação "aportinholada" lá perceberam o que queria e deixaram-se rir.
Caros leitores, ao contrário do que dizem os dicionários da porto editora, "cola" em castelhano, não se diz "cola" mas antes "pegamento".
E entre muitas outras coisas que agora não me lembro mas que já me aconteceram. Eu digo como está no dicionário, ou como penso que se diz, e depois... não tem nada que ver. As pessoas devem pensar que eu sou estúpida, porque depois rio-me. O que é que querem, mete-me piada!!
Hoje fui à faculdade para ter dez minutos de aula. Porque a professora [aquela que foi muito estúpida mas que hoje até foi simpática] não sabia que ia ter uma reunião. É veridico.
Quanto ao problema da aula sobreposta, já falei com ela e com o outro professor e passo a ir num dia da semana a uma, e no outro dia a outra [coisa que eu já tinha pensado mas que alguém quis complicar!]. A professora apenas me voltou a lembrar dos trabalhos e disse que um era de grupo perguntando, de imediato, se tinha grupo. E eu, muito inocentemente, mas a rir-me por ser tão ridiculo dizer aquilo, respondi que não. Ela também se riu e depois disse que falavamos sobre isso. Talvez a rapariga simpática, que eu nem sei o nome, com a qual, a medo, meti conversa e que me vai passar a emprestar os apontamentos das aulas a que vou faltar a essa cadeira, me "deixe" ficar no grupo dela. Lol
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Como sobreviver quando não se tem [quase] ninguém com quem falar
É verdade, estou caladinha nas aulas. Ou melhor, não falo com ninguém nas aulas. Não há ninguém com quem falar. Sou a única aluna de Erasmus nas aulas a que vou e os espanhóis, para além de mal falarem nas aulas, também não me ligam! Lol Mãe, pai, se viessem cá buscar as minhas notas, tenho a certeza de que o/a director(a) de turma iria dizer que eu era uma menina exemplar, que estava sempre caladinha e atenta nas aulas! Lol
Sinto a falta de ouvir a Sara Garcia a dizer para me calar ou a Catarina a dizer para mudar de folha, quando a atenção não era muita. E o António, nas aulas de filosofia, que metiamos o Capela e Silva piurso! Ou então na faculdade, quando me virava para trás para dar o meu palpite à Rita Pitinha, Inês, Marisa, Chico, Cátia e Tio pedro. Ou então de ouvir os professores dizerem "as meninas aí atrás... se querem falar é na rua" - note-se que as meninas, por norma, era eu e a Sofia. Às vezes a Plum e a Nii. Ou então apenas o simples "Psiiiuuu" que, mesmo quando não era para mim, me servia sempre a carapuça! Lol
Pois que pela primeira vez em toda a minha vida escolar, quando ouvi o professor dizer para fazerem silêncio, consegui não me incluir! Fantástico! Senti-me orgulhosa de mim mesma! Lol
Mas pensam que estou calada interiormente? No way!!! Isso para mim era estar morta! Com quem falo? Comigo mesma! Lol Pareço uma parvinha, mas tem de ser assim. Até me rio. Pensamentos parvos, piadas secas com quem não posso partilhar nem através da velha moda do papelinho. E depois... perco-me, porque concentração nunca foi o meu forte, e não posso andar a perguntar "O quê? O que é que o professor disse?Não, não...depois disso?!". LOOL Enfim... diferente mas acaba por ter a sua piada [por enquanto]!
E fora das aulas a solidão também continua até que não encontre um dos portugueses que, maioritariamente, so acontece quando a Raquel chega a casa. Se bem que a filha da minha senhoria [Aitana, 3 anos], sempre que chega a casa vem logo dar-me um grande abraço e fica a falar um bocadinho comigo [note-se que ela fala em espanhol e eu respondo em português!Lol]. Uma fofa. Lil'Eloi, iriam vir-te as lágrimas aos olhos, se a visses! Lol Por incrível que pareça, até das grosserias dos meninos tenho saudades: o Pedro a dizer aquela tipica frase, que não vou escrever aqui porque parece mal [para além de que os pais e tia lêem o blog!], o Lil'Eloi a chamar-me "Túpida", o Luigi, parvo como sempre, a dizer "desculpa aí,tah?!", o Olim, coitado, sempre a dizer "oh caty, não sejas assim...!". Lol Eu sei, alguns dos que referi dizem-no no msn, mas não é a mesma coisa!
Isto tudo para vos dizer: TENHO SAUDADES VOSSAS!!
P.S.: Embora não tenha referido os nomes, obviamente que também sinto a falta de outras pessoas!!
A cultura espanhola
Então é assim: os espanhós são um povo bastante nacionalista, como todos sabem. Para além disso, são também um pouco xenófabos e racistas. Todavia, e não querendo estar a fazer de advogado de defesa de alguém que até me julga [lol], têm as suas razões. Isto porquê? Porque há aqui muitos sul americanos que, basicamente, "partem" os apartamentos que alugam. Para além de que, e como já disse a alguns dos que, espero, venham a ler este blog, fazem aquilo a que chamam cá de "camas calientes". E o que é isso? Pois bem, designa-se por camas calientes (ou camas quentes, em português) todas as casas onde vive um grande número de pessoas e onde as camas nunca chegam a arrefecer visto que quando uma pessoa se levanta, logo a seguir se deita outra nessa mesma cama. Por exemplo: eu alugava uma casa e, para não ter de estar a pagar o aluguer dessa casa, metia mais pessoas que não tivessem horários compativeis. Isto é, umas que trabalhassem de dia e outras de noite. Assim, quando as que tinham o trabalho diurno se iam deitar, levantavam-se aquelas que tinham o trabalho nocturno para ir trabalharem e, desta forma, "cediam" a cama. Por esta razão, quando eu andava à procura de casa, perguntaram-me, muits vezes, qual era a minha nacionalidade e para o que vinha.
Mas, ainda assim, acho que não é motivo para serem como são.
Falando da comida... a comida espanhola não é conhecida por ser muito dotada. A não ser a típica paella que, mesmo assim, às vezes tem muito que se lhe diga.
Então, falando muito resumidamente, os espanhois só comem é fritos. É preciso ter um belo fígado para aguentar toda aquela fritura. Eles acordam e comem fritos, almoçam fritos, lancham fritos e ceiam fritos [ou então não! lol]. É verdade: ao pequeno-alomoço é o belo do churro que é, como sabem, é uma espécie das nossas farturas mas em ponto mais pequeno; ao almoço é peixe ou carne frita, ao lanche comem os calamares fritos ou outras coisas do género ou ainda a bela da tortilla, enquanto as crianças comem os chuches ao mesmo tempo que brincam no parque [uma coisa que eles têm de bom é que quando saem dos empregos não se metem em casa a deprimir, como o bom português, a dizer que estam muito cansado, mas, se estiver um tempo minimamente bom, claro, vão para os parques/jardins com as crianças para socializarem]. Os chuches, minha gente, é, nada mais, nada menos, do que aquilo a que chamamos de guloseimas. Ou seja, as gomas, os chupas... só coisinhas que fazem bem aos dentes dos meninos [ironicamente falando]. Não referi o jantar porque eles não jantam. Ou pelo menos grande parte dos espanhóis não janta. Isto porque ficam no parque até ficar de noite e sempre a comer e a beber [e ainda se queixam da crise]; e depois é normal que não tenham fome para jantar. Mas fazem uma ceiazinha antes de irem ao óó. O quê? Não sei. Suponho que o colacau [ler com o sotaque espanhol]. Bebem imenso colacau!Ah... e sopa... quase que não existe. Até nas escolas, para os miudos, raramente se vê na ementa sopa!
A televisão? Pior que a portuguesa. À tarde, e a Julia Pinheiro que me perdoe [quem sabe eu não acabe como ela, por isso mais vale não falar muito mal. Desde que tenha trabalho...], são só programas como "As tardes da Julias", à noite, são progamazinhos ridículos que nem sei identificar com nenhum português, embora também dê aqui o género de programas que o Malato apesentava/apresenta em Portugal. "Morangos com açucar" não há, mas há os "Fisico-Quimica". Nunca vi, embora deva confessar que até gostava de ver [mas não sei a que horas é e em que canal passa]. "Rebelde Way" há, mas também nunca vi. Depois há outras coisas. Não vi muita, para não dizer nenhuma, televisão. Se em Portugal mal via, aqui então...!! Se bem que até me seria útil ver, para ir ouvindo as palavrinhas e ganhar vocabulário.
Ah... muito importante: la siesta! Nota-se bastante o pouco movimento que há a partir das 14h (mais ou menos) até às 17h. As lojinhas de rua estão quase todas fechadas. Só mesmo no centro é que ficam mais lojas abertas. E os domingos? Esqueçam. Até os hipermercados fecham. Só no primeiro domingo do mês, ou lá o que é, é que ficam abertos. Óbvio que há uma ou outra grande superficie comercial que fica aberta, mas são muito raras!
E pronto... a aula acaba aqui! É assim a vida em Espanha. Alguma pergunta?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Falaram para miiiim!! XD
Mas hoje o dia já correu melhor. Já falaram comigo [sim, Filipe,já FALARAM COMIGO!] e o professor foi bastante simpático. Depois pensei "well... isto é uma turma de primeiro ano, daí que tenham sido simpáticos. Afinal de contas estão quase na mesma situação do que eu!". Mas melhor assim! Cá agora aqueles espanhóis que já têm a mania que são doutores por andarem no segundo ou terceiro ano. Se olhassem para eles, mais lhes valia! Devem pensar o quê? Portuguesinha mas muito mais à frente do que eles, que nem sequer sabem o que é comunicação de massas!!
Iras à parte, vamos ao que interessa. No fundo não vamos a lado nenhum, uma vez que não tenho muito para contar. Fotografias também não tenho muitas para meter. Talvez este fim-de-semana renove o meu pequeno album de fotografias. Como a Gueh disse, e muito bem, uma imagem, por vezes, vale mais do que mil bla bla blas! LOL Concordo contigo!
Pronto... basicamente este post só foi feito para dizer que ainda sobrevivo e que o dia até correu benzinho, com espanholitas a falarem para mim e um professor bacano!
Beijinhos a todos [fogo..que cute que estou hoje; até beijinhos mando!ol].
domingo, 12 de outubro de 2008
Passeio pela Gran Vía
Lá entramos para comermos qualquer coisita porque já tínhamos fome [sim,eu também tinha!!!]. Na mesa ao lado da nossa estava um senhor que parecia que estava a controlar alguém que estava na rua. Como boas inventoras de histórias que somos [ainda para mais a Raquel já teve guionismo], fizemos logo grande filme. Isto porquê? Porque do outro lado da rua estava uma mulher bem gordinha, com os peitos quase todos de fora, com um cigarro na mão, o tipico mascar de pastilha de uma "mulher da vida" e encostada à esquina de um edificio. Tudo bem que era de dia, mas pareceu-nos que deveria de ser, e desculpem-me os olhos mais sensiveis, aquilo a que o bom português denomina por puta. E o que é que o homem e o filme têm que ver com isto? Tudo! Apesar do bom aspecto que o senhor tinha, para nós, ele era o Chulo que tentava controlar, através da janela do primeiro andar do Mac, a sua "serviçal".
Entre loja sim, loja não, lá andámos pela barulhenta Gran Vía. Como não tinha levado máquina, a pobre da Adriana lá andou a fazer de turista, comigo atrás a dizer "Olha este aqui!". Sorry aí, Mikas! Lol Agora olhem voces também:A Raquel, coitadinha... essa andava mais morta do que viva! E todos aqueles ruídos que flutuavam no ar, davam-lhe cabo dos seus frageis tímpanos que apenas estão habituados aos escassos sons que a cidade de Aveiro tem! Lol
Um palácio ou algo do género? Não. É mesmo um edifício que pertence a uma companhia de seguros. Quem pode, pode. Quem não pode, tira fotos, como nós!
sábado, 11 de outubro de 2008
Primeiro jantar [parabéns ao Francisco e ao tio Manel]
Não que sejamos anti-sociais, nada disso. Mas a vida aqui é um bocado cara e os outros Erasmus, ao contrário de nós, parecem ser meio riquinhos.
A Adriana teve a sorte de conseguir arranjar casa perto da faculdade dela, por cinco meses e sem senhorio. Ficou a morar com mais dois erasmus: um letão [que esteve connosco naquele estupendo curso de castelhano, onde quase não aprendemos nada - valha-nos ter sido de borla!] e uma bacana da Lituânia.
Diga-se de passagem que são um tanto ou quanto estranhos. Para além de fazerem uma cára feia aos filetes de pescada da Adriana, só comem sardinhas enlatadas, pão [que por sua vez metem no frigorifico para nao ficar duro! LOL], ela ainda bebe leite e ele cerveja com 7up! Ah... a melhor de todas foi o Martins (o letão) comprar 12 mini-morcelas e frita-las em azeite. Bom, não acham? E dizem que a Adriana é bastante activa na cozinha, uma vez que eles só utilizam o fogão para aquecer água para fazerem chá [Aah... chá. Também bebem muito chá!].
Andam sempre nas festas [fazem eles bem] e acham tudo super barato. Das duas, uma: ou são ricos, ou não sei! Lol Sim, porque a Letónia e a Lituânia não são países meio "carenciados" a nível económico? Pelos vistos os subsídios da UE foram bem utilizados e depressa deram lucro, ao ponto de um letão achar o nível de vida de Madrid relativamente barato! Whatever...!
Amanhã supostamente iriamos acompanhar a Sónia e o Renny numa visita a Alcalá de Henares, pela universidade dela. Mas estivemos aqui a pensar e... decidimos ficar a dormir, porque teriamos de acordar cedo. E assim, dormimos de manhã e de tarde logo se vê!
Agora... Francisco João e tio Manel: ja vim um bocado tarde ao blog, mas... MUITOS PARABÉNS!! Não vos faço um post porque já passou o dia, embora apenas por umas horas! Espero que tenham tido um bolo todo bonito, o do Francisco João com a imagem do Principezinho e o do tio com uma do... Noddy! Lol
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Jardim do Retiro
Até não é caro. Quatro euros e picos, 45 minutos. Nós não chegámos a andar porque estava muito calor e o pessoal ainda apanhava um escaldão (vá... a Raquel, que é o copinho de leite cá do sítio! lol), mas ainda havemos de lá voltar para andar.
Quando cá vierem eu levo-vos lá!
Não tenho tirado muitas fotos por cá. Tirei mais ao jardim do Retiro, até porque já passámos lá grande parte do tempo. Mas hei-de tirar porque ainda cá vou ficar uns mesinhos.
Embora agora passear já custe um bocadinho mais porque já está a começar a ficar frio. Bem, se isto é assim agora, nem quero imaginar mais tarde. Deve estar um gelo que nem se pode! Já me avisaram disso. É desta que eu morro de hipotermia. Já não tenho comigo a Catarina para me salvar! Lol
Aos pais
Sim, mãe e pai, voces tinham toda a razão quando queriam começar a ver de casa em Espanha antes de eu vir para cá. Contentes? Lol
O agradecimento já foi feito no primeiro post, mas acho que agora deve ser mais profundo. Vamos lá ver o que sai:
Obrigada por me permitirem fazer o que estou a fazer. Sei que querem o melhor para mim (e para a mana também) e que por isso tentam sempre que escolhamos os melhores caminhos, custe lá isso o que vos custar.Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para tirar o melhor proveito desta aventura. E acrditem que, embora toda aquela agitação da primeira semana, já aprendi muita coisa.
Cresci, mas sei que aos vossos olhos serei sempre pequena e meio frágil. Ainda assim, gabo-vos o "dom" de saberem lidar com isso e, às vezes com o coração nas mãos, não me protegerem de maneira exagerada para que eu própria saiba o que é a vida.
Tenho noção que esta minha experiência vos custa muito mais a voces do que a mim, em parte por motivos diferentes, mas nem por isso me a negaram quando comecei a tratar de tudo.
Obrigada por me encoragem nos momentos mais frágeis, obrigada por me segurarem de cada vez que caio, obrigada simplesmente por serem meus pais.
Beijinho
Gosto muito de voces, papás!! :P
Apresentações
As primeiras semanas...
Entre despedidas (que ate meteram flores e um postal personalizado) no aeroporto e fora dele, lá cheguei, dia 12 (no dia de anos da avó Lurdes e do Luigi) a Madrid. À minha espera estava o tutor que, supostamente, me orientaria pelas calles de Madrid.
Levou-me ao hostel onde dormi por duas ou três noites. Fiquei num quarto com mais 5 pessoas que me eram totalmente desconhecidas mas que foram bem mais simpáticas do que são os espanhóis.
Sorte ou não, uma das pessoas que aí se encontrava era uma alemã, Lisa, que também vinha de Erasmus para a mesma faculdade que eu (embora para outro curso). Decidimos ir procurar casa juntas.
No dia seguinte já tínhamos uma bela casa, sem senhorios e relativamente barata, tendo em conta a média dos 300€ (fora despesas) mensais que aqui se aplica. Todavia, tinha algo de menos bom: o contrato. Mas aqui toda a gente, às vezes até mesmo com senhorio, pedem contrato. E pior: no mínimo de 1 ano. Estes senhorios eram bem simpáticos e foram os únicos (tendo em conta os outros todos que andei a ver) que me deixavam ficar por 5 meses.
Contudo, já de noite, a Lisa falou com os pais que lhe disseram para não assinar o contrato porque podiamos não conseguir encontrar mais duas pessoas para morarem connosco e no segundo semestre, quando eu me fosse embora, podia também não conseguir aranjar mais ninguém que ficasse no meu lugar e, assim, ela teria de pagar mais, uma vez que estavamos a alugar a casa.
No dia seguinte, deixámos a casa, pagámos 20€ por termos dormido lá uma noite e tudo de novo: malas pela rua, telefonemas, ver casas e tudo o mais. Era quase de noite e eu sem saber onde dormir. Safou-me o amigo do pai, a quem estou bastante grata. Dormi cerca de 3 noites na casa dele e mudei-me, depois, para casa de uma amiga desse amigo do pai. Era simpática, mas tinha um quarto assustador: numa parede, uma imagem de Jesus Cristo que quando estavamos de um lado tinha os olhos abertos e quando passavamos para o outro, tinha-os fechados; noutra, uma Nossa Senhora de Fátima com os 3 pastorinhos ajoelhados aos pés; e noutra uma espécie de santuário ao pai da senhora, que tinha desaparecido e meses mais tarde tinha sido encontrado morto. Fora os dois cãezinhos que tinha que, de cada vez que eu abria o frigorifico, começavam a pular para eu lhes dar qualquer coisa para comerem! Buh! Enfim... já passou.
Entretanto não consegui arranjar casa sem senhorios mas fiquei numa casa mais bacaninha (embora também com senhoria) com uma rapariga portuguesa (a Raquel) com quem costumava/costumo andar quase sempre.
Estou melhor aqui. Só tenho pena de ser com senhorio. Mas não me posso queixar porque é bem simpática. É brasileira e descobri que tem o meu curso (jornalismo).
Quantos às aulas... pois só tive duas, mas foram o suficiente. Pelo que tenho falado com os amigos protugueses de cá (depois faço as apresentações), acho que sou a que tem tido menos sorte. Tenho uma aula sobreposta e a professora digamos que, para além de querer que fiquemos sempre nos mesmo lugares (até fez uma planta da sala e obrigou-nos a escrever onde estavamos sentados) e ser arrogante, quando fui falar com ela não ajudou nada. Disse que não posso ter assim duas cadeiras e que tenho de me desenrascar. Devo acrescentar o facto que a aula dela tem faltas e só posso dar 5 faltas. Agora, como é que me desenrasco? Não sei. Expliquei-lhe que eram as poucas equivalências que tinha e ela lá me disse para ir falar com a outra professora e depois logo se via como ficava. Simpatia, ãn?! Vá lá que o outro professor até foi acessivel. Praticamente não disse nada, mas foi simpático e tal.
Os coleguinhas espanhois... ui... esses então são do pior. Hoje é que perguntei uma coisa a uma rapariga que até foi simpática e até perguntou de onde vinha. Mas de resto... olham de lado e com grande ar de desprezo. Parece que tenho eu alguma doença que se contagia só pelo acto de falar.
Enfim... esperemos que mais tarde mude!
PARABÉNS,jararaca!!
Já lá vão uns aninhos que nos conhecemos e apesar de alguma distancia que tenha havido, o contacto sempre foi mantido. Fico feliz por nestes últimos anos nos termos reaproximado e por ver que estás tão bem ou melhor do que aquilo que estavas.
Tenho pena de não poder, mais uma vez, estar contigo neste dia, mas deixei (ou melhor, deixámos) a prenda para marcar, de certa forma, presença!
Tudo de bom para ti! Sabes que tudo o que precisares, basta ires ao segundo esquerdo daquela rua que tu sabes e se eu não estiver lá, alguém estará para te ajudar com e no que for preciso!
Beijinho maior do que tu (o que não é preciso muito-lol).
Estás cá dentro,oh Jararaca!!!
Génesis
A minha "originalidade" em criar um blog deveu-se, sobretudo, ao Padrinho Venceslau (ou Al Ramalah,como lhe queiram chamar) que não se calava para saber o endereço. Todavia, tal ideia já estava meio planeada, pois é uma forma mais fácil para que todos fiquem a saber aquilo que por estes lados se passa.
Nunca fui grande coisa para títulos, por isso, perdoem-me a pouca originalidade do mesmo, mas a Nii não estava por perto para me ajudar (particular joke! Tu sabes,miuda! lol).
Vou tentar não fazer dos meus grandes testamentos mas... apenas tentar. Não quero prometer aquilo que, à partida, sei que não devo vir a cumprir.
Agradeço, desde já, a todos os que me têm apoiado e toda a preocupação que tiveram comigo durante a primeira semana (que mais à frente contarei, de forma resumida, o que se passou) e em especial aos pais que, apesar de tudo, estão, mais uma vez, a fazer com que um dos meus objectivos esteja a ser concretizado!
Declaro aberto este Blog!!